Com tempo demais para escrever e sem nenhuma inspiração , por que a mulher que dizia até pouco tempo ter uma vida linnnnnnnnnda, tá entrando em parafuso para poder raciocinar e voltar ao equilíbrio... para poder finalizar uma idéia daquelas bem boas que ela sempre tem.
Ta precisando mesmo é botar o pé no mundo, o problema é que até as companhias não podem acompanhar, afinal são ferias e todo mundo quer festa e ela so quer...
Alias o que é que ela quer mesmo?
Mas ela sabe que é preciso continuar...
domingo, 26 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Somente vida! essa besteirinha...

Dor! Prazer! Mas o que é a vida senão a mistura dos opostos?
A plenitude so é alcançada quando nos probres mortais, saboreamos todas as etapas da vda, e eu não estou falando de se chegar na velhice, creio que podemos alcançar isso em qualquer fase da vida, mesmo que não seja visível aos olhos ou mesmo possamos sentir, estou falando para quem conseguir me entender de uma explosão interna, que as vezes nem quem esta sentindo-a consegue expressar , externa –la ou mesmo se entender.
E isso é somente a vida...
E vida não é somente respirar, o coração bater... apresentar sinais vitais
Mas também não é somente sentir,
Vida eu não sei definir
Somente saberei , quando tiver os sinais
Dos que considero imortais
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Pra que falar
Se você não quer me ouvir?
Fugir agora não resolve nada.
Mas não vou chorar
Se você quiser partir.
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas,
Nas horas lindas
Que passamos juntos.
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza:
A nossa história não
Termina agora
E essa tempestade
Um dia vai acabar.
Quando a chuva passar,
Quando o tempo abrir,
Abra a janela e veja:
Eu sou o Sol!
Eu sou céu e mar;
Eu sou céu e fim
E o meu amor é imensidão.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Poema sem sentido!
É engraçado como o corpo doente
Também fica carente,
É engraçado como de surpresa
A vida se torna uma represa.
É engraçado descobrir que não se é super herói
Que a graça se corroi,
Que o começo existe,
Mas o fim persiste.
Engraçado ou trágico?
Engraçado p se enganar e pensar que é humor
E não se acabou o amor.
Porque amor sem humor, e antropofágico.
Faz sentido?
So sei que agora é o que estou sentindo!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Vento brisa e vento ventania
Eu filha do vento brisa e ventania...
E vento tem filha?
O vento não sei se de bom grado ou não, me deixou entrar na vida dele e no final das contas cuidou de mim no tempo e da forma que eu precisava. As vezes o vento era a ventania e depois se tornava uma brisa, mas o vento sabe se controlar e ser ameno quando necessário, para não poder quebrar e deixar de existir.
Muitas vezes o vento nunca estava comigo, pois o vento é nômade, não encontra ninho e quando encontrava fugia pelas minhas mãos... eu não tinha como evitar pois eu era metade terra e metade vento. Tive que me “criar sozinha” apesar de viver na casa do vento.
De tanto me criar sozinha, tive me adaptar ao que o vento me proporcionava e não sei se é bom ou ruim mas desenvolvi uma “diplomacia moleca” que as vezes tenho raiva dela, não sei se também herdei isso do vento.
Mas enfim...
O vento um dia quebra e deixa de existir... e assim me tornei a filha do vento, que nunca vai poder ser por completo igual ao vento...mas ... sempre vai mesmo que sem querer as vezes ser brisa e ventania.
Voe por todo mar e volte aqui
Pro meu peito...
Se você for, vou te esperar
Com o pensamento que só fica em você
Aquele dia, um algo mais
Algo que eu não poderia prever
Você passou perto de mim
Sem que eu pudesse entender
Levou os meus sentidos todos pra você
Mudou a minha vida e mais
Pedi ao vento pra trazer você aqui
Morando nos meus sonhos e na minha memória
Pedi ao vento pra trazer você pra mim
Vento traz você de novo
O Vento faz do meu mundo um novo
E voe por todo o mar e volte aqui
Pro meu peito...
E vento tem filha?
O vento não sei se de bom grado ou não, me deixou entrar na vida dele e no final das contas cuidou de mim no tempo e da forma que eu precisava. As vezes o vento era a ventania e depois se tornava uma brisa, mas o vento sabe se controlar e ser ameno quando necessário, para não poder quebrar e deixar de existir.
Muitas vezes o vento nunca estava comigo, pois o vento é nômade, não encontra ninho e quando encontrava fugia pelas minhas mãos... eu não tinha como evitar pois eu era metade terra e metade vento. Tive que me “criar sozinha” apesar de viver na casa do vento.
De tanto me criar sozinha, tive me adaptar ao que o vento me proporcionava e não sei se é bom ou ruim mas desenvolvi uma “diplomacia moleca” que as vezes tenho raiva dela, não sei se também herdei isso do vento.
Mas enfim...
O vento um dia quebra e deixa de existir... e assim me tornei a filha do vento, que nunca vai poder ser por completo igual ao vento...mas ... sempre vai mesmo que sem querer as vezes ser brisa e ventania.
Voe por todo mar e volte aqui
Pro meu peito...
Se você for, vou te esperar
Com o pensamento que só fica em você
Aquele dia, um algo mais
Algo que eu não poderia prever
Você passou perto de mim
Sem que eu pudesse entender
Levou os meus sentidos todos pra você
Mudou a minha vida e mais
Pedi ao vento pra trazer você aqui
Morando nos meus sonhos e na minha memória
Pedi ao vento pra trazer você pra mim
Vento traz você de novo
O Vento faz do meu mundo um novo
E voe por todo o mar e volte aqui
Pro meu peito...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Lenda de aquila
O que é pra ser nosso ninguém tira nem que seja na outra vida agente tem
Eu nunca poderia imaginar
Um filme que passou outro dia
Fosse a história
De uma lenda de amor
Queriam izabeau mas ela era minha
Só um pacto de guerra
Com as forças do além tiraria
Você de perto de mim
Um céu azul e o mar bastaria
Mas veio o vendaval
Levou você de mim
Um bruxo fez a feitiçaria
E assim o nosso amor
Transformou-se numa eterna ferida
E assim ficou
A lenda do amor
De dia águia
De noite um lobo
Impossível se amar
E assim ficou
A lenda de áquila
Totalmente igual ao nosso amor
Eu nunca poderia imaginar
Um filme que passou outro dia
Fosse a história
De uma lenda de amor
Queriam izabeau mas ela era minha
Só um pacto de guerra
Com as forças do além tiraria
Você de perto de mim
Um céu azul e o mar bastaria
Mas veio o vendaval
Levou você de mim
Um bruxo fez a feitiçaria
E assim o nosso amor
Transformou-se numa eterna ferida
E assim ficou
A lenda do amor
De dia águia
De noite um lobo
Impossível se amar
E assim ficou
A lenda de áquila
Totalmente igual ao nosso amor
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Sinto, sinto, sinto e sinto

Isso ao contrário do que muitos pensariam não é um começo de mais um poema que estou a começar a rabiscar, é algo abstrato que só entenderá quem tem sensibilidade suficiente .
O ser humano, uma das "máquinas" mais sensíveis que o criador conseguiu programar e executar no entanto, as vezes as memórias são deletadas por “panes de sistema” e daí ocorrem desconfigurações brutais: o homem é a "máquina" mais sensível que existe e é tanto que muitas vezes se torna uma máquina perfeita!
As vezes fico pensando, como seria sem o pecado tentador da maçã...
Isso não é um ataque dual aos insensíveis, mas uma tentativa de alertar que somos tiranos em perfeição, o humano é completamente desumano e sente mais ódio que amor quando quer ser intenso...
... a intensidade fica nas próprias reticências....
...dependendo da proviniência do sentimento!
Amor trás amor
ódio trás odio
Já escutei esse jargão por algum lugar, mas os antigos nunca erram e são os mais experientes, e concordo que as pessoas devem deixar-se preencher dos bons fluidos que a vida tem a oferecer:
Uma risada entre amigos não tem preço
O carinho de uma pessoa a quem se tem amor verdadeiro e inigualável
Uma companhia gostosa é inesquecível
A vida é cheia dos pequenos prazeres que se tornam mais intensos que um beijo apaixonado, isso quando se sabe sentir , sentir , sentir e sentir
E não simplesmente sentir
O ser humano, uma das "máquinas" mais sensíveis que o criador conseguiu programar e executar no entanto, as vezes as memórias são deletadas por “panes de sistema” e daí ocorrem desconfigurações brutais: o homem é a "máquina" mais sensível que existe e é tanto que muitas vezes se torna uma máquina perfeita!
As vezes fico pensando, como seria sem o pecado tentador da maçã...
Isso não é um ataque dual aos insensíveis, mas uma tentativa de alertar que somos tiranos em perfeição, o humano é completamente desumano e sente mais ódio que amor quando quer ser intenso...
... a intensidade fica nas próprias reticências....
...dependendo da proviniência do sentimento!
Amor trás amor
ódio trás odio
Já escutei esse jargão por algum lugar, mas os antigos nunca erram e são os mais experientes, e concordo que as pessoas devem deixar-se preencher dos bons fluidos que a vida tem a oferecer:
Uma risada entre amigos não tem preço
O carinho de uma pessoa a quem se tem amor verdadeiro e inigualável
Uma companhia gostosa é inesquecível
A vida é cheia dos pequenos prazeres que se tornam mais intensos que um beijo apaixonado, isso quando se sabe sentir , sentir , sentir e sentir
E não simplesmente sentir
domingo, 17 de outubro de 2010
Tropa de elite 2: Um filme e tanto!
postando de maneira rápida
Aos leitores, me desculpem o palavrão, mas foram as palavras que pronunciei ao término do filme.
Sou fã do cinema nacional, e o filme tropa de elite 2 é uma pérola da produção brasileira, tal qual o auto da compadecida, cidade de deus entre outros.
O filme mostra a realidade brasileira nua crua, e fazendo uma ponte talves não muito nítida ou nada haver, se cazuza estivesse vivo, ia com certeza fazer parte da trilha sonora do filme.
Qualquer pessoa que já tenha assistido aquele filme e já tenha sido ferido, ou visto alguém ferrado pelo sistema, com certeza se emocionou!
E como eu iria adorar que ainda existissem pessoas como o capitão Nascimento no serviço de inteligência.
Espero anciosa o Tropa de Elite 3
Espero anciosa o Tropa de Elite 3
domingo, 10 de outubro de 2010
A dança dos signos
by Oswaldo Montenegro
Aos Filhos de Escorpião
É o reino da forçaVermelho é a cor do teu coração
Ferro em brasa na casa da morte
É o escorpião
A força criadora que habita o mundo
O animal da auto-regeneração
O homem que renova, signo fecundo
O fim planta o início
É a transmutação
Cabala do grande sinal
Cabala da força do ....
desculpem a falta de criatividade, tenho alguns textos escritos, porém não tenho tempo de digita-los.
Sem tempo até pra comer
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
abstraçao e realidade
Quase nunca exponho meus sentimentos aqui no blog, até porque minha natureza não me permite isto, mas hoje vou falar um pouco dos meus pensamentos
Felicidade...
A humanidade busca insaciavelmente felicidade e quanto mais, melhor!
Felicidade profissional, amorosa, familiar, social... seja qual for nunca é demais, e nessa busca desgovernada por felicidade chego a me perguntar, o que é felicidade?
Segundo um certo dicionário: A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. O oposto da felicidade é a tristeza.
Para mim e quem mais concordar, “felicidade é abstração, não por ser um sentimento, mas por ser tão devotada entre os mortais e em sua essência não existir”.
E sinceramente respondo a felicidade nao existe, pois nao é um sentimento digno dos seres defeituosos que somos, muitas vezes nos vendemos em busca do júbilo ou abdicamos de nossas vontades para ter apenas um prazer...
E ser feliz é ter todos os prazeres!
Pessimista?pecaminosa? Não!
Apenas “feliz”, e nunca contente, sempre lutando para ter tudo e ao mesmo ter nada... pois sou mortal, e se fosse feliz nunca morreria ou deixaria falecer de corpo ou de alma os alguens que tanto quero bem, para assim, evitar rolar de meus olhos a marca mais profunda da “felicidade” dos imperfeitos.
Felicidade...
A humanidade busca insaciavelmente felicidade e quanto mais, melhor!
Felicidade profissional, amorosa, familiar, social... seja qual for nunca é demais, e nessa busca desgovernada por felicidade chego a me perguntar, o que é felicidade?
Segundo um certo dicionário: A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. O oposto da felicidade é a tristeza.
Para mim e quem mais concordar, “felicidade é abstração, não por ser um sentimento, mas por ser tão devotada entre os mortais e em sua essência não existir”.
E sinceramente respondo a felicidade nao existe, pois nao é um sentimento digno dos seres defeituosos que somos, muitas vezes nos vendemos em busca do júbilo ou abdicamos de nossas vontades para ter apenas um prazer...
E ser feliz é ter todos os prazeres!
Pessimista?pecaminosa? Não!
Apenas “feliz”, e nunca contente, sempre lutando para ter tudo e ao mesmo ter nada... pois sou mortal, e se fosse feliz nunca morreria ou deixaria falecer de corpo ou de alma os alguens que tanto quero bem, para assim, evitar rolar de meus olhos a marca mais profunda da “felicidade” dos imperfeitos.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Esquecendo o inesquecível!
O tempo, ah o tempo, esse inimigo insólito do homem, a tudo e a todos corrói. Transforma sentimentos e apaga o inesquecível.Viver a intensidade, os melhores anos da vida, sentir a alma pulsar, o coração ressoar... sentir, sentir e sentir.
Sentir mais do que ver, isso é inesquecível!
O tempo passa... viver o inesquecível torna-se rotina, o turgor aflora das entranhas e de repente a bomba: o amargor, o amargor e o amargor... o doce explode: Viver o pleno, o inédito já é diário!
A rotina passa ao ineditismo, e como num passe de mágica, a rotina já não é mais a companheira favorita e, volta-se a querer viver a explosão do sentir, do pulsar, do ressoar... ao ineditismo, no entanto, já não é mais possível.
Então é chegada a triste hora: O luto pela morte não da carne, mas da Vida, a hora de esquecer o inesquecível, senti-lo escapar pelas mãos e também ver, para concretizar junto ao pensamento a perda do que se teve e nunca se soube preservar. É chegada a hora de sofrer, sentir-se diminuto, arder...
É chegada a hora de esquecer o inesquecível, não por vontade, mas por necessidade, para não se morrer de dor, ao presenciar o inesquecível nas mãos do outro.
Na sua estante - PITTY
Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar ao menos mande notícias
Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante
Tô aproveitando cada segundo
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres e outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não securam
E essa abstinência uma hora vai passar...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Vivendo...

Como no artico derreti as geleiras quando chegou a primavera – a alegria, a “vida”- deixei o calor do sol invadir e me encher...e fui completamente preenchida.
Festejei na lua cheia com a maré alta ( quando a maré sobe tudo muda), experimentei momentos de plenitude e calmaria, mas onde sou mais calma é onde sou mais profunda. E existe calmaria na profundidade? e essa é a minha natureza.
Vieram as tempestades de verão, aliás sou a chuva, o sol, e o mundo. Me julgam irreconhecível, diferente, mas por baixo da turbulência sou a mesma. Precisei ser clara, e fui, porém de maneira dúbia, como as águas de um recife - mais tarde quebram violentamente nos rochedos - para mostrar minha verdade.
Nem mais, nem menos, sou minha própria verdade, a minha existência, crente numa vida que parece descrente, a primavera passa, o calor também e é chegada a hora de reconstruir as pontes de gelo que ligam os continentes, os corpos, as mentes: o encontro!
E o encontro e o reencontro será possível até a próxima primavera, ou não!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Vida Plantada


Na planta, plantei
e em minha vida destinei,
como o coração seguiria
se em pranto, ou plena melodia.
O tempo passou
e o costume mudou,
de linda melodia,
passou à agonia.
A planta de bela
passou a feia
e como reação em cadeia,
minha vida seguiu a dela.
O peito doia
A planta quase morria.
Hoje aos poucos regenera,
A planta e a vida minha.
Hoje, renascença plena,
ainda que confusa,
por conta de praga pequena
que breve tornarei difusa.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Eu saí, mas ainda não sairam de mim
Ao contrário do que todos pensarão ao ler essa postagem, essa não relata um caso de amor, ou nada que se refira a um relacionamento heteroafetivo, ou para os que não me conhecem homoafetivo (até por que sou heterossexual), enfim, não tentarei explicar, por que o que vale aqui é ser biologicamente correta e os que tem sensibilidade suficiente saberão o que estou falando!
Adoro essa música, alias adoro todo tipo de cultura construtivista
Fera Ferida
Maria Bethânia
Composição: Roberto Carlos e Erasmos Carlos
Acabei com tudo
Escapei com vida
Tive as roupas e os sonhos rasgados na minha saída
Mas saí ferido
Sufocando o meu gemido
Fui o alvo perfeito
Muitas vezes no peito atingido
Animal arisco
Domesticado esquece o risco
_________________________________________
Eu sei quanta tristeza eu tive
Mas mesmo assim se vive
Morrendo aos poucos
Eu sei
O coração perdoa
Mas não esquece à toa
O que eu não me esqueci
Eu andei demais
Não olhei pra trás
Era solta em meus passos
Bicho livre sem rumo sem laços
Me senti sozinha
Tropeçando em meu caminho
À procura de abrigo
Uma ajuda um lugar um amigo
Animal ferido
Por instinto decidido
Os meus passos desfiz
Tentativa infeliz de esquecer.
Eu sei que flores existiram
Mas que não resistiram à vendavais constantes
Eu sei
As cicatrizes falam
Mas as palavras calam
O que eu não me esqueci
Não vou mudar
Esse caso não tem solução
Sou fera ferida
No corpo na alma e no coração
Eu sei que flores existiram
Mas que não resistiram à vendavais constantes
Eu sei
As cicatrizes falam
Mas as palavras calam
O que eu não me esqueci
Adoro essa música, alias adoro todo tipo de cultura construtivista
Fera Ferida
Maria Bethânia
Composição: Roberto Carlos e Erasmos Carlos
Acabei com tudo
Escapei com vida
Tive as roupas e os sonhos rasgados na minha saída
Mas saí ferido
Sufocando o meu gemido
Fui o alvo perfeito
Muitas vezes no peito atingido
Animal arisco
Domesticado esquece o risco
_________________________________________
Eu sei quanta tristeza eu tive
Mas mesmo assim se vive
Morrendo aos poucos
Eu sei
O coração perdoa
Mas não esquece à toa
O que eu não me esqueci
Eu andei demais
Não olhei pra trás
Era solta em meus passos
Bicho livre sem rumo sem laços
Me senti sozinha
Tropeçando em meu caminho
À procura de abrigo
Uma ajuda um lugar um amigo
Animal ferido
Por instinto decidido
Os meus passos desfiz
Tentativa infeliz de esquecer.
Eu sei que flores existiram
Mas que não resistiram à vendavais constantes
Eu sei
As cicatrizes falam
Mas as palavras calam
O que eu não me esqueci
Não vou mudar
Esse caso não tem solução
Sou fera ferida
No corpo na alma e no coração
Eu sei que flores existiram
Mas que não resistiram à vendavais constantes
Eu sei
As cicatrizes falam
Mas as palavras calam
O que eu não me esqueci
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
"O Boca do Inferno"

O boca do Inferno
Gregório de Matos Guerra, ou melhor, dizendo O boca do Inferno!
Sempre gostei de poesia... E odiava as aulas de literatura. Na escola me faziam decorar figuras de linguagem, quem era fulano e o que ele fazia... odiava tudo aquilo. Pra que era que ia querer saber daqueles autores que em maioria tinham morrido e que escreviam tudo em palavras entrelinhas?
Pois é na época eu não tinha maturidade suficiente, era uma “aborrescente” tinha quinze anos e como tal, seguia os modismos da época... mas gostava de poesia e também queria escrever.
Com o passar dos tempos, minha sensibilidade foi aumentando... foram acontecendo coisas e fatos, que não convém serem postados aqui... fica a curiosidade... como dizem por ai, sou de natureza misteriosa, e voltando ao assunto de poesias... mergulhei fundo (não por obrigação, mas sim por desejo) no mundo barroco... diria eu, um mundo grosseiro, obscuro, paradoxal, mas muito peculiar por ser a pura realidade vivida até hoje pelo ser humano, e me apaixonei em especial pelo “boca do inferno”, principalmente por sua ironia (sou irônica por natureza), o humor negro dele me conquistou a ponto de ler toda a sua biografia (e olha que odeio biografias), li sem exceção todos os seus poemas e fiz questão de interpretá-los, lembro - me que aos 23 anos, já bióloga, pensei seriamente em prestar vestibular para letras, não para ter uma profissão, mas sim estudar Gregório a fundo.
Leiam O boca do Inferno... e verão que a vida é exatamente como ele relata, só não vale à pena cair em depressão, aliás, a vida tem que ser vivida com a intensidade de que se tem medo de vivê-la.
Soneto
Carregado de mim ando no mundo,
E o grande peso embarga-me as passadas,
Que como ando por vias desusadas,
Faço o peso crescer, e vou-me ao fundo.
O remédio será seguir o imundo
Caminho, onde dos mais vejo as pisadas,
Que as bestas andam juntas mais ousadas,
Do que anda só o engenho mais profundo.
Não é fácil viver entre os insanos,
Erra, quem presumir que sabe tudo,
Se o atalho não soube dos seus danos.
O prudente varão há de ser mudo,
Que é melhor neste mundo, mar de enganos,
Ser louco c'os demais, que só, sisudo.
Loucura? Que nada... plena razão!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
As novas modalidades de educação

Abaixo segue notícia:
Os primeiros formandos do curso de Ciências Biológicas do Cederj (Centro de Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro), ano de 2008, ainda não haviam conseguido seu registro no CRBio como Biólogos reconhecidos, pois de acordo com o Conselho a EAD (Educação à Distância) não poderia ser aceita como válida, mesmo sendo um curso aprovado pelo MEC, preparado pelas melhores Faculdades e Universidades do Rio de Janeiro, com condições excepcionais para dar suporte aos alunos, tanto nas modalidades presenciais quanto nas semi-presenciais.
Porém, a realidade se mostrou outra, favorável a todos aqueles que têm na EAD sua chance de melhor sua qualidade de vida através da Educação. A Justiça Federal suspendeu, por meio de uma liminar, a resolução do CRBio que orientava as regionais a não registrarem os Biólogos como profissionais. Para a Justiça, essa proibição é inconstitucional. E de acordo com o secretário de Educação à Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky " a decisão da Justiça combate o preconceito contra essa modalidade de ensino no Brasil".
Como educadora defendo que o direito de se ter educação de qualidade deve ser universal.
Observem bem EDUCAÇÂO DE QUALIDADE!!!
Não estou postando aqui uma opinião conservadora ou mesmo preconceituosa, mas tenho plena consciência de que um curso presencial e essencial.
Sou bióloga formada por universidade pública em regime presencial, e como tal assumo que o curso teve várias falhas e muitas carências em diversas disciplinas, e que por ser um curso muito complexo tenho conciencia que fui jogada no mercado de trabalho muito "verde" apesar dos diversos estágios que fiz, dos projetos que desenhvolvi, penso que o tempo de universidade nao deveria ser 4 ou cinco anos, mas sim 10 e atualmente me pergunto...
Se um curso presencial tem todas essas falhas imagina em EAD ou mesmo aqueles que tem tempo de tres anos e você somente frequenta aos sábados?
Como um aluno chega ao mercado de trabalho apto a tomar decisões cruciais?
HOje em dia existe o curso de EAD em enfermagem. Você escolheria qual tipo de profssional se pegasse o curriculo dele? EAD ou presencial?
Estas são respostas que somente poderão ser concluídas no futuro, quando as estatísticas comprovarem o "semi analfabetismo profissional" ou o progresso do êxito da educação atual.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Solidão que nada... E todo mundo é sozinho e ai de quem pensar que não!!!


Essa semana recolhida ao meu mundo de leituras técnicas ou literárias, deparei-me com esse texto, escrito pela brilhante Cecília Meireles
Da solidão
Há muitas pessoas que sofrem do mal da solidão. Basta que em redor delas se arme o silêncio, que não se manifeste aos seus olhos nenhuma presença humana, para que delas se apodere imensa angústia: como se o peso do céu desabasse sobre sua cabeça, como se dos horizontes se levantasse o anúncio do fim do mundo.
No entanto, haverá na terra verdadeira solidão? Não estamos todos cercados por inúmeros objetos, por infinitas formas da Natureza e o nosso mundo particular não está cheio de lembranças, de sonhos, de raciocínios, de idéias, que impedem uma total solidão?
Tudo é vivo e tudo fala, em redor de nós, embora com vida e voz que não são humanas, mas que podemos aprender a escutar, porque muitas vezes essa linguagem secreta ajuda a esclarecer o nosso próprio mistério. Como aquele Sultão Mamude, que entendia a fala dos pássaros, podemos aplicar toda a nossa sensibilidade a esse aparente vazio de solidão: e pouco a pouco nos sentiremos enriquecidos.
Pintores e fotógrafos andam em volta dos objetos à procura de ângulos, jogos de luz, eloquência de formas, para revelarem aquilo que lhes parece não só o mais estático dos seus aspectos, mas também o mais comunicável, o mais rico de sugestões, o mais capaz de transmitir aquilo que excede os limites físicos desses objetos, constituindo, de certo modo, seu espírito e sua alma.
Façamo-nos também desse modo videntes: olhemos devagar para a cor das paredes, o desenho das cadeiras, a transparência das vidraças, os dóceis panos tecidos sem maiores pretensões. Não procuremos neles a beleza que arrebata logo o olhar, o equilíbrio de linhas, a graça das proporções: muitas vezes seu aspecto - como o das criaturas humanas - é inábil e desajeitado. Mas não é isso que procuramos, apenas: é o seu sentido íntimo que tentamos discernir. Amemos nessas humildes coisas a carga de experiências que representam, e a repercussão, nelas sensível, de tanto trabalho humano, por infindáveis séculos.
Amemos o que sentimos de nós mesmos, nessas variadas coisas, já que, por egoístas que somos, não sabemos amar senão aquilo em que nos encontramos. Amemos o antigo encantamento dos nossos olhos infantis, quando começavam a descobrir o mundo: as nervuras das madeiras, com seus caminhos de bosques e ondas e horizontes; o desenho dos azulejos; o esmalte das louças; os tranquilos, metódicos telhados...Amemos o rumor da água que corre, os sons das máquinas, a inquieta voz dos animais, que desejaríamos traduzir.
Tudo palpita em redor de nós, e é como um dever de amor aplicarmos o ouvido, a vista, o coração a essa infinidade de formas naturais ou artificiais que encerram seu segredo, suas memórias, suas silenciosas experiências. A rosa que se despede de si mesma, o espelho onde pousa o nosso rosto, a fronha por onde se desenham os sonhos de quem dorme, tudo, tudo é um mundo com passado, presente, futuro, pelo qual transitamos atentos ou distraídos. Mundo delicado, que não se impõe com violência: que aceita a nossa frivolidade ou o nosso respeito; que espera que o descubramos, sem anunciar nem pretender prevalecer; que pode ficar para sempre ignorado, sem que por isso deixe de existir; que não faz da sua presença um anúncio exigente " Estou aqui! estou aqui! ". Mas, concentrado em sua essência, só se revela quando os nossos sentidos estão aptos para descobrirem. E que em silêncio nos oferece sua múltipla companhia, generosa e invisível.
Oh! se vos queixais de solidão humana, prestai atenção, em redor de vós, a essa prestigiosa presença, a essa copiosa linguagem que de tudo transborda, e que conversará convosco interminavelmente.
"A solidão não existe realmente se tivermos sensibilidade para saber termos companhia, mas com certeza todo mundo é sozinho e ai de quem pensar que não!"
Vocês já leram Ariano Suassuna? Se não, deveriam ler! Umas das personalidades mais nordestinas possíveis!
Ariano em prosa, verso ou teatro... um autor perfeito!
Comecei a gostar de Ariano Suassuna, quando estava para prestar vestibular e fui obrigada a ler O auto da Compadecida e o Santo e Porca, na época eu não era muito adepta de leitura, até porque minha hiperatividade e impulsividade descontrolada não me deixavam ter paciência para nada, aliás, adorava me enganar com o resumo de obras, ou mesmo "lia" as obras em forma de filmes, o que era bem mais dinâmico.
Minha falta de paciência para a leitura não foi suficiente para arrebatar minha paixão por histórias e causos nordestinos e aos poucos, fui me apaixonando por escritores que retratavam a história que não sai do meu heredograma (biologicamente falando), a história de meus antepassados: Os judeus marranos do vale do médio Paraíba - “Eu sai do mato, mas o mato não saiu de mim!”
Não sou nordestina, mas fui criada aqui e diferentemente de meus primos, nascidos fora e trazidos igual a mim para cá, neguei minha "origem" sulista a tal ponto que não troco especificamente a minha Paraíba por nada, mas não vou falar do meu amor por Campina ou mesmo pelo estado.
Voltando a falar de obras literárias, mergulhei fundo no regionalismo e li desde Canaã aos mais diversos cordéis (recentemente comecei a colecioná-los), que falam da diversidade de MINHA TERRA, e já gostava de Ariano, quando um dia em minhas pesquisas li uma frase dele:
"Não troco o meu "oxente" pelo "ok" de ninguém!
Ariano Suassuna ...PARAIBANO... CURTO E GROSSO!!!
Identifiquei-me com essa frase, quando em uma de minhas viagens ao Rio de Janeiro, me disseram:
"- que interessante você fala bem e muito, não tem a mínima vergonha de ter sotaque de Paraíba!"
E prontamente eu respondi: “obrigada! Como dizem por lá, sou a carioca mais nordestina que se conhece por lá e não troco meu jeito de ser e falar pelo chiado de rádio velho de vocês, ou mesmo meu prato de buchada pelo feijão com arroz daqui!"
Assim, me dediquei à leitura e interpretação das obras de ariano!
Ariano, assim como João Cabral de Melo Neto e outros muitos autores foram muito felizes ao retratar de forma fidedigna o povo nordestino, um povo sofredor, porém alegre que nunca perde a fé em Deus por dias melhores.
SONETO DA AUTENTICIDADE
(para o mestre Ariano Suassuna)
Expoente muito mais do que digno
Da alma e da autêntica cultura nordestina.
Autor duma obra que traz um brio condigno
Expresso em livros e no abrir das cortinas.
Professor... Escritor... Igualou-se aos gênios
E fez da aula, um nobre espetáculo
Multiplicando o valor de cada vocábulo
Como se todos tivessem algum irmão gêmeo.
De vigorosa identidade e analogia cultural
Porque Mateus, todavia preferiu os seus
Tal qual na história do Movimento Armorial.
Notável dramaturgo, mundialmente paraibano
Que o Nordeste há tempos vem atiçando
E o Brasil reverencia como Mestre Ariano
Comecei a gostar de Ariano Suassuna, quando estava para prestar vestibular e fui obrigada a ler O auto da Compadecida e o Santo e Porca, na época eu não era muito adepta de leitura, até porque minha hiperatividade e impulsividade descontrolada não me deixavam ter paciência para nada, aliás, adorava me enganar com o resumo de obras, ou mesmo "lia" as obras em forma de filmes, o que era bem mais dinâmico.
Minha falta de paciência para a leitura não foi suficiente para arrebatar minha paixão por histórias e causos nordestinos e aos poucos, fui me apaixonando por escritores que retratavam a história que não sai do meu heredograma (biologicamente falando), a história de meus antepassados: Os judeus marranos do vale do médio Paraíba - “Eu sai do mato, mas o mato não saiu de mim!”
Não sou nordestina, mas fui criada aqui e diferentemente de meus primos, nascidos fora e trazidos igual a mim para cá, neguei minha "origem" sulista a tal ponto que não troco especificamente a minha Paraíba por nada, mas não vou falar do meu amor por Campina ou mesmo pelo estado.
Voltando a falar de obras literárias, mergulhei fundo no regionalismo e li desde Canaã aos mais diversos cordéis (recentemente comecei a colecioná-los), que falam da diversidade de MINHA TERRA, e já gostava de Ariano, quando um dia em minhas pesquisas li uma frase dele:
"Não troco o meu "oxente" pelo "ok" de ninguém!
Ariano Suassuna ...PARAIBANO... CURTO E GROSSO!!!
Identifiquei-me com essa frase, quando em uma de minhas viagens ao Rio de Janeiro, me disseram:
"- que interessante você fala bem e muito, não tem a mínima vergonha de ter sotaque de Paraíba!"
E prontamente eu respondi: “obrigada! Como dizem por lá, sou a carioca mais nordestina que se conhece por lá e não troco meu jeito de ser e falar pelo chiado de rádio velho de vocês, ou mesmo meu prato de buchada pelo feijão com arroz daqui!"
Assim, me dediquei à leitura e interpretação das obras de ariano!
Ariano, assim como João Cabral de Melo Neto e outros muitos autores foram muito felizes ao retratar de forma fidedigna o povo nordestino, um povo sofredor, porém alegre que nunca perde a fé em Deus por dias melhores.
SONETO DA AUTENTICIDADE
(para o mestre Ariano Suassuna)
Expoente muito mais do que digno
Da alma e da autêntica cultura nordestina.
Autor duma obra que traz um brio condigno
Expresso em livros e no abrir das cortinas.
Professor... Escritor... Igualou-se aos gênios
E fez da aula, um nobre espetáculo
Multiplicando o valor de cada vocábulo
Como se todos tivessem algum irmão gêmeo.
De vigorosa identidade e analogia cultural
Porque Mateus, todavia preferiu os seus
Tal qual na história do Movimento Armorial.
Notável dramaturgo, mundialmente paraibano
Que o Nordeste há tempos vem atiçando
E o Brasil reverencia como Mestre Ariano
domingo, 1 de agosto de 2010
Dejavu
Explicaçao para o dejavu
De acordo com a pesquisa, as experiências sugerem que o déjà vu pode ser provocado de forma independente, sem haver uma memória real para acioná-lo.
Acredita-se que reconhecer um objeto ou situação familiar engatilhe dois processos no cérebro. Primeiro, a mente busca em seu arquivo de memória para descobrir se os conteúdos daquela cena já foram vistos antes. Em caso afirmativo, uma parte separada do cérebro identifica a cena ou o objeto como familiares.
Explorando esta teoria de dois passos, uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, mostraram a voluntários 24 palavras comuns e em seguida os hipnotizaram. Os cientistas disseram aos 18 voluntários que, quando estivessem diante de uma palavra em uma moldura vermelha, eles sentiriam a palavra como sendo familiar, embora não soubessem quando foi a última vez que a viram. Mas se vissem uma palavra em uma moldura verde, eles pensariam que ela pertencia à lista original de 24.
Em seguida, os voluntários foram tirados do estado de hipnose e expostos a uma série de palavras em molduras de cores variadas. Algumas não pertenciam à lista original de 24 ou estavam em molduras verdes ou vermelhas. Dez voluntários disseram ter experimentado uma estranha sensação quando viram novas palavras em vermelho e outros cinco disseram que esta sensação definitivamente se parecia com um déjà vu.
A cientista Akira O´Connor, aluna do doutorado do Grupo de Memória da Universidade disse que as descobertas lançam uma luz intrigan
te sobre os casos de déjà vu e o modus operandi da memória humana. "Isso nos diz que é possível dissociar de forma experimental estes dois processos, o que é realmente importante para estabelecer que são, de fato, separados", disse O´Connor, segundo o artigo da New Scientist.
Uma pesquisa anterior sugeriu que o déjà vu pode se originar em uma parte do cérebro chamado lóbulo temporal. Algumas pessoas com epilepsia no lóbulo temporal freqüentemente têm registros de déjà vu, e cientistas franceses descobriram que partes eletricamente estimuladas do lóbulo temporal podem acionar a sensação de familiaridade com tudo o que uma pessoa encontrar pela frente
*poxa me sinto muito confortável em saber que nao sou louca, agora eu quero que os cientistas expliquem quando vc sonha e no outro dia acontece!
De acordo com a pesquisa, as experiências sugerem que o déjà vu pode ser provocado de forma independente, sem haver uma memória real para acioná-lo.
Acredita-se que reconhecer um objeto ou situação familiar engatilhe dois processos no cérebro. Primeiro, a mente busca em seu arquivo de memória para descobrir se os conteúdos daquela cena já foram vistos antes. Em caso afirmativo, uma parte separada do cérebro identifica a cena ou o objeto como familiares.
Explorando esta teoria de dois passos, uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, mostraram a voluntários 24 palavras comuns e em seguida os hipnotizaram. Os cientistas disseram aos 18 voluntários que, quando estivessem diante de uma palavra em uma moldura vermelha, eles sentiriam a palavra como sendo familiar, embora não soubessem quando foi a última vez que a viram. Mas se vissem uma palavra em uma moldura verde, eles pensariam que ela pertencia à lista original de 24.
Em seguida, os voluntários foram tirados do estado de hipnose e expostos a uma série de palavras em molduras de cores variadas. Algumas não pertenciam à lista original de 24 ou estavam em molduras verdes ou vermelhas. Dez voluntários disseram ter experimentado uma estranha sensação quando viram novas palavras em vermelho e outros cinco disseram que esta sensação definitivamente se parecia com um déjà vu.
A cientista Akira O´Connor, aluna do doutorado do Grupo de Memória da Universidade disse que as descobertas lançam uma luz intrigan
te sobre os casos de déjà vu e o modus operandi da memória humana. "Isso nos diz que é possível dissociar de forma experimental estes dois processos, o que é realmente importante para estabelecer que são, de fato, separados", disse O´Connor, segundo o artigo da New Scientist.
Uma pesquisa anterior sugeriu que o déjà vu pode se originar em uma parte do cérebro chamado lóbulo temporal. Algumas pessoas com epilepsia no lóbulo temporal freqüentemente têm registros de déjà vu, e cientistas franceses descobriram que partes eletricamente estimuladas do lóbulo temporal podem acionar a sensação de familiaridade com tudo o que uma pessoa encontrar pela frente
*poxa me sinto muito confortável em saber que nao sou louca, agora eu quero que os cientistas expliquem quando vc sonha e no outro dia acontece!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
O dia mundial do Rock
Rock desde a sua origem até hoje causa polêmicas, pelo modo de comportamento de seus seguidores, ou até mesmo pelas letras ou sons por vezes agressivos.
O Rock teve sua explosão com o beatles, erick clapton e logo depois rolling stones, paralelamente com o advento das calças jeans... naquela época escutar rock e usar as tais calças era compatível a atualmente quando se usa drogas... o rock ja foi motivo de segregação social!
No cotidiano o rock and roll já é mais aceito e penetra na sociedade de forma rápida, aliás aqui fica a minha opinião, como é gostoso escutar scorpions, guns, metálica e nirvana, quem nunca se pegou delirando ao som de always de Bon Jovi ou da guitarra de erick clapton?
No cenário nacional não foi diferente, o rock primeiramente banido foi entrando de forma irracional entre os ouvidos e gostos mais exigentes, basta lembrar de RPM com Paulo Ricardo que enlouquece a qualquer um com a musica olhar 43, ou mesmo legião Urbana e Cazuza que marcou toda a minha geração, então viva ao Rock e que ele nunca deixe de existir, mas que as pessoas saibam aproveitar esse ritmo de forma frenética mas racional.
ALWAYS
This Romeo is bleeding
But you can't see his blood
It's nothing but some feelings
That this old dog kicked up
It's been raining since you left me
Now I'm drowning in the flood
You see I've always been a fighter
But without you I give up
I can't sing a love song
Like the way it's meant to be
Well I guess I'm not that good anymore
But babe that's just me
and I
Will love you, babe, always
And I'll be there forever and a day, always
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and the words don't rhyme
And I know when I die, you'll be on my mindAnd I love you, always
Now your pictures that, you left behind
Are just memories, of a different life
Some that made us laugh
Some that made us cry
One that made you, have to say good bye
What I'd give to run my fingers, through your hairTo touch your lips, to hold you near
When you say your prayers, try to understand
I've made mistakes, I'm just a man
When he holds you close
When he pulls you near
When he says the words
You've been needing to hear
I wish I was him, cause those words are mine
To say to you till the end of time
I Will love you, babe, always
And I'll be there, forever and a day, always
If you told me to cry for you, I could
If you told me to die for you, I wouldTake a look at my face
There's no price I won't pay
To say these words to you
Well there ain't no luck in this loaded dice
But babe if you give me just one more try
We can pack up our old dreams and our old livesWe'll find a place where the sun still shines
I Will love you, babe, always
And I'll be there forever and a day, always
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and the words don't rhyme
And I know when I die, you'll be on my mindAnd I love you, always.....
O Rock teve sua explosão com o beatles, erick clapton e logo depois rolling stones, paralelamente com o advento das calças jeans... naquela época escutar rock e usar as tais calças era compatível a atualmente quando se usa drogas... o rock ja foi motivo de segregação social!
No cotidiano o rock and roll já é mais aceito e penetra na sociedade de forma rápida, aliás aqui fica a minha opinião, como é gostoso escutar scorpions, guns, metálica e nirvana, quem nunca se pegou delirando ao som de always de Bon Jovi ou da guitarra de erick clapton?
No cenário nacional não foi diferente, o rock primeiramente banido foi entrando de forma irracional entre os ouvidos e gostos mais exigentes, basta lembrar de RPM com Paulo Ricardo que enlouquece a qualquer um com a musica olhar 43, ou mesmo legião Urbana e Cazuza que marcou toda a minha geração, então viva ao Rock e que ele nunca deixe de existir, mas que as pessoas saibam aproveitar esse ritmo de forma frenética mas racional.
ALWAYS
This Romeo is bleeding
But you can't see his blood
It's nothing but some feelings
That this old dog kicked up
It's been raining since you left me
Now I'm drowning in the flood
You see I've always been a fighter
But without you I give up
I can't sing a love song
Like the way it's meant to be
Well I guess I'm not that good anymore
But babe that's just me
and I
Will love you, babe, always
And I'll be there forever and a day, always
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and the words don't rhyme
And I know when I die, you'll be on my mindAnd I love you, always
Now your pictures that, you left behind
Are just memories, of a different life
Some that made us laugh
Some that made us cry
One that made you, have to say good bye
What I'd give to run my fingers, through your hairTo touch your lips, to hold you near
When you say your prayers, try to understand
I've made mistakes, I'm just a man
When he holds you close
When he pulls you near
When he says the words
You've been needing to hear
I wish I was him, cause those words are mine
To say to you till the end of time
I Will love you, babe, always
And I'll be there, forever and a day, always
If you told me to cry for you, I could
If you told me to die for you, I wouldTake a look at my face
There's no price I won't pay
To say these words to you
Well there ain't no luck in this loaded dice
But babe if you give me just one more try
We can pack up our old dreams and our old livesWe'll find a place where the sun still shines
I Will love you, babe, always
And I'll be there forever and a day, always
I'll be there till the stars don't shine
Till the heavens burst and the words don't rhyme
And I know when I die, you'll be on my mindAnd I love you, always.....
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Poema da Liberdade
Enterro hoje o falso carnaval
que abriu ferida,
chegando a quase fatal
Na alegria sentida
é em mim natal.
Vôo desferida
rumo a livre flanar,
ou como guerreira destemida
com vitória a emanar
Fuga de amar?
Apenas flanar
com liberdade e ousar,
e finalmente para "veritas" encontrar
o amor, e (re)pousar.
Aqui não importa dizer quem sou, aqui importa somente a minha e a sua opinião... e essas são as mais importantes do mundo. Abro finalmente não o meu blog, mas sim o blog do mundo (não sendo louca... mas por que aqui ficaraão registrados não só os meus pensamentos, sentimentos e informações mas sim, o de todas as pessoas que desejarem comentar isso se houver comentários) para que sejamos "biologicamente corretos" no sentindo mais amplo da expressão.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)

