

Na planta, plantei
e em minha vida destinei,
como o coração seguiria
se em pranto, ou plena melodia.
O tempo passou
e o costume mudou,
de linda melodia,
passou à agonia.
A planta de bela
passou a feia
e como reação em cadeia,
minha vida seguiu a dela.
O peito doia
A planta quase morria.
Hoje aos poucos regenera,
A planta e a vida minha.
Hoje, renascença plena,
ainda que confusa,
por conta de praga pequena
que breve tornarei difusa.
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